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Mobi ultrapassa HB20 e é o 3º carro mais vendido no país em outubro; veja lista



O Polo, da Volkswagen, lidera o ranking pelo 2º mês seguido, com mais de 11 mil emplacamentos no mês, segundo dados da Fenabrave. Fenabrave também revisou suas projeções para vendas de automóveis e comerciais leves neste ano Jornal Nacional/ Reprodução O Fiat Mobi conseguiu ultrapassar o HB20 e foi o terceiro veículo novo mais vendido no Brasil em outubro, informou a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) nesta quarta-feira (1º). Ao total, foram comercializadas 8.037 unidades no período. Já o primeiro lugar ficou mais uma vez com o Polo, da Volkswagen, com 11.123 unidades vendidas no mês. Em seguida, veio o Chevrolet Onix, com 10.657 unidades. Veja o ranking dos 10 veículos mais vendidos em setembro abaixo:No acumulado do ano até outubro, Polo, Onix e HB20 foram os três veículos mais vendidos no país, com mais de 233 mil unidades comercializadas no total. Nesse quesito, o carro da Volks liderou a lista, com 83.050 unidades vendidas nos dez primeiros meses do ano, seguido pelo Chevrolet Onix, com 81.403 e pelo HB20, com 69.221. Veja abaixo:Alta nos emplacamentos De acordo com a Fenabrave, considerando todos os segmentos, os emplacamentos de veículos registraram um avanço de quase 7% em outubro em relação a setembro. Ao total, foram 375.132 novos emplacamentos no período. “O dia útil a mais em outubro favoreceu o desempenho de quase todos os segmentos automotivos, que se mantiveram estáveis, acumulando crescimento dentro das expectativas da Fenabrave”, afirmou o presidente da federação, José Maurício Andreta Júnior, em nota. O resultado de outubro ainda foi 18,4% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado. No acumulado dos dez primeiros meses do ano, a alta foi de 13,2% em comparação ao mesmo intervalo de 2022. Crédito para o setor Apesar do resultado positivo para o mês, o presidente da Fenabrave lamentou o veto do trecho que autorizava a tomada de veículos sem autorização da Justiça no “Marco Legal das Garantias”, sancionado recentemente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “O custo do crédito afeta o poder de compra dos brasileiros e é preciso mecanismos que deem maior segurança jurídica a credores, para que, dessa forma, seja avaliada a possibilidade de diminuir os encargos dos financiamentos”, avaliou Andreta Júnior em nota. “Precisamos de medidas de estímulo ao crédito no país e tínhamos confiança de que o Marco Legal das Garantias poderia contribuir para isso”, completou o executivo. A nova lei estabelece novas regras para o uso de bens como garantia de empréstimos, trazendo normas para a realização de penhora, hipoteca ou transferência de imóveis para pagamentos de dívidas. Em relação ao trecho que foi vetado, o texto previa que seria possível a tomada de veículos sem autorização da Justiça, por meio de mandados extrajudiciais. A apreensão extrajudicial seria aplicada nos casos em que o devedor não entregasse o bem dentro do prazo legal estabelecido. Os cartórios ficariam autorizados a lançar a apreensão em uma plataforma eletrônica. Ao argumentar o veto, o governo alegou que o trecho é inconstitucional e que poderia criar risco a direitos e garantias individuais. Para Andreta Junior, o setor de distribuição de veículos precisa de escala no varejo para operar de forma sustentada e “a Lei de Retomada do Bem seria um forte aliado, reduzindo a restrição de aprovação das fichas cadastrais dos consumidores nos financiamentos de veículos”. “Quem mais sofre com esse veto são os consumidores”, disse o executivo. Esta matéria está em atualização.

Fonte: G1


01/11/2023 – Rádio Contato Vistoria

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